Flávio Bolsonaro denuncia perseguição de Paulo Gonet: ação alinhada ao sistema Moraes

 


Flávio Bolsonaro denuncia perseguição de Paulo Gonet: ação alinhada ao sistema Moraes

Em uma declaração firme e sem rodeios, o senador Flávio Bolsonaro veio a público denunciar o que classificou como um grave desvio institucional por parte do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Segundo o parlamentar, Gonet teria abandonado a postura de independência exigida pelo cargo para “perseguir e entrar no jogo sujo” conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes e por setores do sistema judiciário que, na visão do senador, vêm atuando de forma seletiva e politizada.

Para Flávio Bolsonaro, o papel do procurador-geral deveria ser o de guardião da legalidade, do devido processo legal e das garantias constitucionais, e não o de agente auxiliar em um ambiente de perseguição política. A crítica central do senador é de que, ao invés de investigar denúncias de irregularidades e abusos de poder, o chefe do Ministério Público teria voltado os instrumentos institucionais contra aqueles que ousaram denunciar excessos, promovendo uma inversão perigosa de papéis dentro do Estado de Direito.

A fala repercutiu fortemente entre a base conservadora, que vê na denúncia uma confirmação de uma percepção já disseminada: a de que instituições centrais da República estariam capturadas por interesses alheios à soberania popular. Para esse grupo, o episódio reforça a sensação de que cidadãos, jornalistas, parlamentares e ativistas de direita vêm sendo tratados como alvos, enquanto estruturas de poder permanecem blindadas de questionamentos.

Flávio Bolsonaro alerta que esse tipo de atuação compromete a credibilidade do sistema jurídico como um todo. Quando o procurador-geral, figura-chave na fiscalização do poder, passa a atuar como parte do mecanismo de repressão política, o risco não é apenas institucional, mas democrático. Na avaliação do senador, a seletividade nas investigações e a ausência de equilíbrio corroem a confiança da sociedade nas instituições e aprofundam a polarização.

Ao final, o senador faz um chamado à vigilância cívica. Para ele, a defesa da liberdade, da transparência e da soberania popular exige atenção constante da sociedade, especialmente em momentos em que órgãos de controle passam a ser questionados por sua imparcialidade. Para muitos eleitores de direita, o episódio reforça uma convicção crescente: a de que ainda há um longo caminho a percorrer até que se alcance independência real, neutralidade institucional e respeito pleno às garantias constitucionais no Brasil.

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