Lideranças da oposição anunciaram a convocação de atos para o dia 1º de março em diferentes cidades do país. As manifestações têm como alvo o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e ministros do Supremo Tribunal Federal, especialmente Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
De acordo com organizadores, o objetivo é expressar insatisfação com decisões recentes do STF e com a condução política e econômica do governo federal. Parlamentares afirmam que há crescente preocupação entre eleitores conservadores com temas relacionados à atuação do Judiciário, investigações em curso e medidas adotadas pelo Executivo.
Os atos estão sendo articulados por meio de redes sociais e lideranças políticas ligadas à oposição. Deputados e senadores têm incentivado apoiadores a participarem das mobilizações de forma pacífica, ressaltando que as manifestações são instrumentos legítimos dentro do regime democrático.
Entre as pautas mencionadas estão críticas à atuação de ministros do Supremo em processos de grande repercussão nacional, questionamentos sobre decisões monocráticas e insatisfação com políticas econômicas do governo Lula. Também há referência a debates sobre liberdade de expressão e equilíbrio entre os Poderes.
Até o momento, o governo federal não se manifestou oficialmente sobre a convocação. Integrantes do Supremo, por sua vez, mantêm a posição institucional de que decisões da Corte são fundamentadas na Constituição.
As manifestações de 1º de março devem ocorrer em capitais e cidades de médio porte, com expectativa de mobilização significativa nas redes sociais. O cenário reforça o ambiente de polarização política que marca o atual momento nacional, com disputas intensas tanto no campo institucional quanto nas ruas.