Ministra do Superior Tribunal Militar recebeu R$ 700 mil de empresa ligada ao “Careca do INSS”


 Enquanto parte da mídia e do sistema insiste em perseguir conservadores, fatos graves seguem sendo tratados com silêncio conveniente. O caso revelado envolvendo a ministra Verônica Abdalla Sterman expõe, no mínimo, uma situação que deveria gerar indignação nacional. Segundo reportagens, seu escritório recebeu R$ 700 mil de uma empresa ligada a Antônio Carlos Camilo Antunes, personagem central de investigações sensíveis.

A explicação oficial fala em “pareceres jurídicos”, mas o ponto central permanece: por que esse rigor não é aplicado a todos? Quando o alvo é alguém da direita, a presunção de culpa vem antes dos fatos. Quando envolve figuras alinhadas ao establishment, surgem notas frias, explicações protocolares e o assunto morre rapidamente.

Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras existem para alertar, investigar e proteger o interesse público — não para serem relativizados conforme a conveniência política. Transparência não é ataque; é dever.

A direita não pede privilégios. Pede igualdade de tratamento, investigação séria e responsabilidade institucional. Se há dinheiro, vínculos e suspeitas, que tudo seja esclarecido com o mesmo peso e a mesma régua usados contra conservadores. O Brasil precisa de instituições fortes, não seletivas. Democracia não combina com dois pesos e duas medidas.

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