A imagem que hoje circula pelo mundo não é apenas um registro fotográfico. Ela representa o colapso de uma narrativa que, por décadas, foi vendida como “libertadora”, “popular” e “justa”, mas que na prática produziu miséria, perseguição política, censura e êxodo em massa. Regimes autoritários sempre tentam se esconder atrás de slogans ideológicos, mas a realidade é implacável: nenhuma propaganda resiste aos fatos.
A esquerda radical insiste em romantizar projetos de poder que concentram autoridade, enfraquecem instituições e tratam o Estado como propriedade pessoal. O discurso é sempre o mesmo — justiça social, igualdade, soberania — enquanto o resultado se repete: fome, colapso econômico, controle da imprensa e repressão aos opositores. Não é coincidência. É método.
Quando líderes autoritários finalmente se veem diante das consequências de seus atos, o que entra para a história não é apenas o momento, mas o alerta. Um alerta para os países que ainda flertam com modelos fracassados. Um lembrete de que não existe “ditadura do bem”, nem autoritarismo aceitável quando o povo é silenciado.
A direita defende princípios simples, mas sólidos: liberdade individual, responsabilidade, Estado limitado, instituições fortes e respeito às leis. Não há justiça social sem liberdade. Não há igualdade onde não existe democracia. E não há futuro onde o poder se perpetua pela força, pelo medo ou pela manipulação ideológica.
A história já mostrou, repetidas vezes, que ideologias passam, mas as consequências ficam. Cabe às sociedades aprender com os erros do passado e rejeitar narrativas que prometem tudo, mas entregam apenas ruínas. A verdade pode até ser atacada por um tempo, mas sempre encontra seu caminho.
No fim, não é sobre direita ou esquerda. É sobre liberdade contra autoritarismo. E essa escolha, cedo ou tarde, cobra seu preço.