A economista Laura Fernández foi eleita presidente da Costa Rica, tornando-se a nova líder do país após uma disputa eleitoral marcada por debates sobre economia, políticas sociais e rumos institucionais. A vitória consolida uma mudança no cenário político costarriquenho e reflete o desejo do eleitorado por respostas mais firmes aos desafios econômicos e fiscais enfrentados nos últimos anos.
Durante a campanha, Laura Fernández apresentou uma agenda focada em crescimento econômico, responsabilidade fiscal e modernização do Estado, defendendo reformas estruturais para estimular investimentos, gerar empregos e recuperar a confiança da população nas instituições públicas. Sua trajetória técnica e atuação em cargos estratégicos deram peso ao discurso de eficiência administrativa e pragmatismo político.
A eleição também ocorre em um contexto regional de transformações políticas na América Central, com governos sendo pressionados a equilibrar políticas sociais com sustentabilidade fiscal. Analistas apontam que a nova presidente terá o desafio de dialogar com diferentes forças políticas, reduzir a polarização e construir consensos no Congresso para viabilizar sua agenda.
A posse de Laura Fernández abre um novo capítulo na história política da Costa Rica, país tradicionalmente reconhecido por sua estabilidade democrática. As expectativas agora se concentram na capacidade do novo governo de cumprir promessas de campanha, enfrentar entraves econômicos e manter o equilíbrio institucional que caracteriza a democracia costarriquenha.