Esperidião Amin afirma que PL da Anistia já conta com apoio de 50 senadores


 

O avanço do chamado PL da Anistia no Senado mostra que a pressão popular começa a surtir efeito no Congresso Nacional. Segundo o senador Esperidião Amin, a proposta já conta com o apoio de cerca de 50 senadores, um número expressivo que evidencia o desconforto crescente com os excessos cometidos em nome de uma suposta defesa da democracia.

A pauta da anistia não é sobre impunidade, como tenta vender a esquerda, mas sobre equilíbrio, justiça e respeito ao Estado de Direito. O Brasil vive um momento em que decisões políticas vêm sendo tratadas como crimes, opiniões são criminalizadas e cidadãos comuns enfrentam punições desproporcionais por manifestações de pensamento. Isso não fortalece a democracia — enfraquece.

A adesão de dezenas de senadores ao projeto indica que há, dentro do Parlamento, uma leitura mais realista do cenário: não é possível governar um país dividido à força, nem pacificar a nação mantendo perseguições seletivas. A anistia surge como um instrumento necessário para virar a página de um período marcado por radicalização institucional e insegurança jurídica.

A direita, nesse contexto, cumpre um papel fundamental ao sustentar essa pauta com clareza e coragem. Defender a anistia é defender o devido processo legal, a liberdade de expressão e o direito à divergência política. Não se trata de proteger erros, mas de impedir que o poder seja usado como ferramenta de intimidação.

Com apoio crescente no Senado, o PL da Anistia se consolida como um teste de maturidade democrática. O Brasil precisa de reconciliação baseada na lei, não em narrativas ideológicas. E a pressão da sociedade continuará sendo decisiva para que essa pauta avance e se transforme em realidade.

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